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Em 1993, a ASA publicou na sua colecção "Letras do Mundo" o volume Trilogia da Cidade de K., que agrupava três romances de Agota Kristof — O Caderno Grande, A Prova e A Terceira Mentira. Tal volume encontra-se há muito tempo esgotado, pelo que se decidiu agora reeditar cada um dos romances, separadamente, na colecção "Pequenos Prazeres". Assim aconteceu já com O Caderno Grande, o mesmo acontece agora com A Prova. Apesar de autónomos, os três romances formam um conjunto dotado de uma extrema e paradoxal unidade. Em A Prova, através do destino separado de Lucas e Claus, os gémeos de O Caderno Grande, e mais concretamente através do percurso do primeiro, Agota Kristof vem dizer-nos mais uma vez que, num universo totalitário, a generosidade e a solidariedade são por vezes mais mortíferas do que o crime.
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A prova, Agota Kristof, Antonio Goncalves
- Taal
- Jaar van publicatie
- 2000
- Bindwijze
- (Paperback),
- Staat van het boek
- Goed
- Prijs
- € 6,59
Betaalmethoden
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- Titel
- A prova
- Taal
- Portugees
- Auteurs
- Agota Kristof, Antonio Goncalves
- Uitgever
- ASA
- Jaar van publicatie
- 2000
- Formaat
- Paperback
- Aantal pagina's
- 176
- ISBN10
- 9724123022
- ISBN13
- 9789724123028
- Categorieën
- Oorspronkelijke titel
- La preuve
- Beoordeling
- 4 van 5
- Aantekening
- Em 1993, a ASA publicou na sua colecção "Letras do Mundo" o volume Trilogia da Cidade de K., que agrupava três romances de Agota Kristof — O Caderno Grande, A Prova e A Terceira Mentira. Tal volume encontra-se há muito tempo esgotado, pelo que se decidiu agora reeditar cada um dos romances, separadamente, na colecção "Pequenos Prazeres". Assim aconteceu já com O Caderno Grande, o mesmo acontece agora com A Prova. Apesar de autónomos, os três romances formam um conjunto dotado de uma extrema e paradoxal unidade. Em A Prova, através do destino separado de Lucas e Claus, os gémeos de O Caderno Grande, e mais concretamente através do percurso do primeiro, Agota Kristof vem dizer-nos mais uma vez que, num universo totalitário, a generosidade e a solidariedade são por vezes mais mortíferas do que o crime.


