Bufo & Spallanzani
- 222bladzijden
- 8 uur lezen
Sapos e escritores, crises e obsessões, num jogo de ironia, humor sutil e inteligência.
Deze Braziliaanse auteur staat bekend om zijn rauwe en gewelddadige verhalen die de duistere kant van het stadsleven verkennen. Zijn werk, vaak expliciet van inhoud, breekt met traditionele literaire focus op landelijke settings en bevooroordeelde stadsportretten, en daagt lezers uit om ongemakkelijke waarheden onder ogen te zien. Fonseca is van mening dat schrijvers de moed moeten hebben om te articuleren wat anderen vrezen te zeggen, wat de hedendaagse Braziliaanse literatuur diepgaand beïnvloedt. Hoewel zijn korte verhalen vaak worden gevierd als zijn beste werk, bieden zijn romans ook boeiende verkenningen van de menselijke natuur in ruige omgevingen.







Sapos e escritores, crises e obsessões, num jogo de ironia, humor sutil e inteligência.
V románe sa dostávame do Brazílie päťdesiatych rokov, keď Rio de Janeiro bolo centrom politických intríg a korupcie. Rubem Fonseca, majster detektívneho románu, v dvadsiatich šiestich kapitolách zachytáva udalosti po pokuse o vraždu novinára Carlosa Lacerdu, protivníka prezidenta Getúlia Vargasa. Na pozadí historických faktov sa odohráva fiktívny príbeh policajného komisára Alberta Mattosa, ktorý vyšetruje vraždu milionára a podozrieva, že zločiny môžu byť prepojené. Fonseca majstrovsky buduje napätie a nepredvídateľnosť, pričom každé čítanie jeho kníh je ako záznam telefonátu uprostred noci, s prekvapujúcimi zvratmi. Autor, narodený v Juiz de Fora a žijúci v Riu de Janeiro, sa pred písaním venoval právu a práci policajného komisára. Jeho dielo, vrátane románov a poviedok, je známe svojou literárnou kvalitou a získalo množstvo ocenení, vrátane šesťnásobného víťazstva v brazílskej literárnej súťaži Jabuti a Camoesovej ceny. Fonseca je považovaný za jedného z najvýznamnejších autorov v oblasti detektívnej literatúry.
Em "Amálgama", mais novo livro de contos de Rubem Fonseca, residem todos os elementos - o erotismo, a violência, a velocidade narrativa, o clima noir - que consagraram o autor de Lúcia McCartney. Rubem Fonseca consegue construir uma narrativa que se desenha ao longo dos contos e, ineditamente, das poesias. Personagens e situações unidos pela tristeza, pela dor, pela raiva, pelo fracasso, pela ternura e pelo amor, um verdadeiro amálgama de vidas que se constroem e se destroem num instante.
Rubem Fonseca é um verdadeiro mestre na arte de esfolar a pele das palavras até deixar as histórias em carne viva. Neste seu mais recente livro, o autor reuniu vinte e seis textos que, embora mantenham a crueza de assassinatos, traições e injustiças sociais, trazem também a avidez das descobertas, a delicadeza das histórias de amor e umas trocas de olhar com a poesia.
Rio de Janeiro, zur Karnevalszeit: Ein Filmemacher gerät in eine Juwelenschmuggelaffäre, nachdem eine Unbekannte ein Päckchen in seiner Wohnung deponiert hat und wenig später ermordet wird. Eigentlich hatte er vorgehabt, sich auf die Verfilmung von Isaak Babels Die Reiterarmee vorzubereiten, mit der ihn ein Berliner Filmproduzent gerade beauftragt hatte. Doch als er merkt, dass er beschattet wird, reist er Hals über Kopf ins Vorwende-Berlin, um dort unterzutauchen. Die Schlinge um seinen Hals zieht sich zu, und bald geht es um Leben und Tod.
Nos sete contos incluídos em 'Romance negro e outras histórias', Rubem Fonseca recria a trajetória de personagens misteriosos e singulares, que produzem uma sensação ao mesmo tempo de estranhamento e familiaridade. Um cidadão quase atemporal, vítima e aprendiz da própria cidade; um enfermeiro rude e esquivo, cúmplice e algoz de seu paciente; uma truta que com o olhar convida um vegetariano para as delícias da carne; um crime perfeito nos bastidores de um congresso de literatura. São situações freqüentemente insólitas, marcadas por detalhes curiosos e elementos dissonantes, que compõem um ambiente repleto de sugestões.
Straordinari racconti che ci parlano di un Brasile cinico e violento, ma illuminato da lampi di ironia e di divertimento, diverso dalle solite cartoline per turisti. "Proibirlo è stato poco. Chi lo ha scritto dovrebbe marcire in galera, e anche chi lo ha aiutato": con queste parole nel 1976 la giunta militare al potere decretò la morte per censura di "Feliz Año Novo", ritenuto troppo brutale e osceno.