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Eugénio de Andrade

    De Portugese dichter Eugénio de Andrade, pseudoniem van José Fontinhas, wordt vereerd als een van de toonaangevende namen in de hedendaagse Portugese poëzie. Zijn poëzie valt vooral op door de diepte van zijn korte gedichten. Een van de bekendste gedichten van Eugénio de Andrade is zijn Gedicht aan Moeder. In 2001 ontving hij de Portugese prijs Prémio Camões.

    Eugénio de Andrade
    Antologia Pessoal da Poesia Portuguesa
    Aquela Nuvem e Outras
    Fruta tocada por falta de jardineiro
    Svrchovanost
    Pequeno Caderno do Oriente / Notebook of the Orient / 東方札記
    • Výbor z básnického díla, jenž se opírá především o kompletní překlad dvou sbírek, a to: Svahy pohledu a Bílá na bílé. Eugénio de Andrade (*1923) je básník smyslů a přírody. Ze slov těží intenzitu světla a žáru, okamžiků nesmrtelnosti, ale i hlubin stínu a fatality v působivých obrazech evokujících spojení přirozenosti člověka a přírody v harmonii světa i ve smíření s "bílým mlčením pouště". E. de Andrade patří k nejvýznamějším a nejpřekládanějším současným portugalským básníkům. Vydal více než dvacet básnických sbírek, několik děl prozaických a knížek pro děti. Výbor upořádala, přeložila a doslovem opatřila Pavla Lidmilová. Reprodukce na obálce Jindřich Zeithamml.

      Svrchovanost
    • Reedição do livro de Eugénio de Andrade Aquela Nuvem e Outras, originalmente publicado em 1986 com ilustrações de Júlio Resende. Esta edição Inclui Guiões de Exploração e Fichas de Leitura. http://www.portoeditora.pt/produtos/f...

      Aquela Nuvem e Outras
    • «Esta é a poesia portuguesa que, após mais de quarenta anos de lê-la , a memória me traz à tona. Às vezes é só um verso (Floriram por engano as rosas bravas..., E cercarom-mi as ondas, que grandes som...) outras é todo o poema ( Aquela triste e leda madrugada / Cheia toda de mágoa e de piedade..., Dá a surpresa de ser, / é alta , de um louro escuro...) que me procuram e insistem em acompanhar. São estas cintilações da memória que, depois de tanto tempo de convívio, ainda amo, e em grande parte à sombra das quais a minha própria poesia cresceu, que resolvi partilhar com os outros. É só isto, esta antologia: uma escolha pessoalíssima, portanto, a estimular outras, igualmente pessoais, que os leitores não deixarão de fazer em diálogo comigo.» É assim que começa a introdução do poeta Eugénio de Andrade à "sua antologia pessoal da poesia portuguesa", "a mais nobre expressão do génio" nacional, um volume de 500 páginas, com poemas de 58 autores, dos trovadores medievais até Ruy Belo. O poeta não inclui nenhum autor vivo, como ele explica, um limite que se impôs. Falta que assume, convocando as palavras de Vitorino Nemésio: «Porque eu também sei como é arriscado "diagnosticar grandezas num contorno necessariamente mesquinho - ou melhor: num âmbito soalheirito literário onde todos nos conhecemos e não estamos dispostos a entrar na forma dos tamanhos"..., para o dizermos nas palavras de Vitorino Nemésio, que sabia do que falava.» Ao jornal "Público" (1.11.99) enumerou os "pontos altos" da antologia: começam com os cancioneiros medievais, amplamente representados, destacando-se Pero Meogo e D. Dinis, seguem-se Gil Vicente, Sá de Miranda e Camões. O novo "pico" chega já em plena segunda metade do século XIX, com Antero de Quental e Gomes Leal. Depois vêm Nobre, Cesário, Pessanha, Pascoaes, Pessoa e Sá-Carneiro. Entre os nascidos no século XX, sublinha os nomes de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena, Carlos de Oliveira e Ruy Belo (a escolha inclui ainda José Gomes Ferreira, José Régio, Casais Monteiro, Manuel da Fonseca, Pedro Homem de Mello, Torga, Carlos Queiroz, Cinatti, O'Neill e David Mourão Ferreira). Uma das curiosidades é a inclusão dos romances tradicionais de autores anónimos, como "A Nau Catrineta", "Silvaninha", "Donzela que vai à Guerra", entre outros. Refira-se ainda um apêndice com apontamentos pessoais aos textos. O livro foi editado em formato de bolso, por sugestão de Eugénio de Andrade, para que "se possa levar na algibeira da gabardina e ler no autocarro».

      Antologia Pessoal da Poesia Portuguesa