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Uma possibilidade infinita de conexão e informação nos torna sujeitos verdadeiramente livres? Partindo dessa questão, Han delineia a nova sociedade do controle psicopolítico, que não se impõe com proibições e não nos obriga ao silêncio: convida-nos incessantemente a nos comunicar, a compartilhar, a expressar opiniões e desejos, a contar nossa vida. Ela nos seduz com um rosto amigável, mapeia nossa psique e a quantifica através dos big data, nos estimula a usar dispositivos de automonitoramento. No pan-óptico digital do novo milênio - com a internet e os smartphones - não se é mais torturado, mas tuitado ou postado: o sujeito e sua psique se tornam produtores de massas de dados pessoais que são constantemente monetizados e comercializados. Neste ensaio, Han se concentra na mudança de paradigma que estamos vivendo, mostrando como a liberdade hoje caminha para uma dialética fatal transformando-a em constrição: para redefini-la é necessário tornar-se herege, voltar-se para a livre escolha, para a não conformidade.
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Psicopolítica, Han Byung Chul
- Taal
- Jaar van publicatie
- 2018
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- (Paperback)
Betaalmethoden
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- Titel
- Psicopolítica
- Taal
- Portugees
- Auteurs
- Han Byung Chul
- Uitgever
- Editora Âyiné
- Jaar van publicatie
- 2018
- Formaat
- Paperback
- Aantal pagina's
- 102
- ISBN10
- 8592649390
- ISBN13
- 9788592649395
- Reeks
- Toekomsten
- Tags
- Non-fictie, Sociale Wetenschappen, Handel, Business & Management, Politicologie & Politiek, Psychologische thema’s, Filosofisch thema, Filosofie, Psychologie, Politiek, Economie, Cadeaus voor Opa, Sociologie, Wetenschappelijke Theorien
- Oorspronkelijke titel
- Psychopolitik
- Beoordeling
- 4,05 van 5
- Aantekening
- Uma possibilidade infinita de conexão e informação nos torna sujeitos verdadeiramente livres? Partindo dessa questão, Han delineia a nova sociedade do controle psicopolítico, que não se impõe com proibições e não nos obriga ao silêncio: convida-nos incessantemente a nos comunicar, a compartilhar, a expressar opiniões e desejos, a contar nossa vida. Ela nos seduz com um rosto amigável, mapeia nossa psique e a quantifica através dos big data, nos estimula a usar dispositivos de automonitoramento. No pan-óptico digital do novo milênio - com a internet e os smartphones - não se é mais torturado, mas tuitado ou postado: o sujeito e sua psique se tornam produtores de massas de dados pessoais que são constantemente monetizados e comercializados. Neste ensaio, Han se concentra na mudança de paradigma que estamos vivendo, mostrando como a liberdade hoje caminha para uma dialética fatal transformando-a em constrição: para redefini-la é necessário tornar-se herege, voltar-se para a livre escolha, para a não conformidade.
