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Primeiro as senhoras

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Primeiro as Senhoras não é uma continuação da Crónica dos Bons Malandros, o best-seller que revelou Mário Zambujal como um autor de surpreendente originalidade e humor. Mas neste livro voltamos a encontrar um "bom malandro" com as suas aventuras, fantasias e emoções. A história conta-se num depoimento do protagonista a um silencioso inspector da Polícia que, tal como os leitores, página a página vai conhecendo o currículo da personagem e os passos de um golpe que o levou a passar nove dias sequestrado. Sem perder de vista o destino da viagem, o passageiro é convidado a ir-se demorando em sucessivos apeadeiros, onde não faltam motivos para uma boa gargalhada ou para um gostoso sorriso de cumplicidade. Primeiro as Senhoras de Mário Zambujal Excerto "Foi então que a vi, senhor Inspector. Sozinha, do outro lado da rua. Avancei com sofreguidão de náufrago por bóia de salvação. Mútua salvação, atrevi-me a admitir. Talvez aquela gracinha se sentisse igualmente excluída e faminta de atenções. "Eu sou o Edgar", disse-lhe. "E preciso desesperadamente de si." A primeira reacção foi fria, quase hostil, mas logo escancarou aquele sorriso cinematográfico que o senhor Inspector terá apreciado. Soube-me bem quando se esticou para cumprimentar de beijinho. "Renata", sussurrou ao meu ouvido. Impossível saber que tinha posto o pé num carrossel desvairado."

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Primeiro as senhoras, Mário Zambujal

Taal
Jaar van publicatie
2010
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(Paperback)
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3,8
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Titel
Primeiro as senhoras
Taal
Portugees
Uitgever
Leya
Jaar van publicatie
2010
Formaat
Paperback
Aantal pagina's
110
ISBN10
9896600554
ISBN13
9789896600556
Reeks
Beoordeling
3,75 van 5
Aantekening
Primeiro as Senhoras não é uma continuação da Crónica dos Bons Malandros, o best-seller que revelou Mário Zambujal como um autor de surpreendente originalidade e humor. Mas neste livro voltamos a encontrar um "bom malandro" com as suas aventuras, fantasias e emoções. A história conta-se num depoimento do protagonista a um silencioso inspector da Polícia que, tal como os leitores, página a página vai conhecendo o currículo da personagem e os passos de um golpe que o levou a passar nove dias sequestrado. Sem perder de vista o destino da viagem, o passageiro é convidado a ir-se demorando em sucessivos apeadeiros, onde não faltam motivos para uma boa gargalhada ou para um gostoso sorriso de cumplicidade. Primeiro as Senhoras de Mário Zambujal Excerto "Foi então que a vi, senhor Inspector. Sozinha, do outro lado da rua. Avancei com sofreguidão de náufrago por bóia de salvação. Mútua salvação, atrevi-me a admitir. Talvez aquela gracinha se sentisse igualmente excluída e faminta de atenções. "Eu sou o Edgar", disse-lhe. "E preciso desesperadamente de si." A primeira reacção foi fria, quase hostil, mas logo escancarou aquele sorriso cinematográfico que o senhor Inspector terá apreciado. Soube-me bem quando se esticou para cumprimentar de beijinho. "Renata", sussurrou ao meu ouvido. Impossível saber que tinha posto o pé num carrossel desvairado."