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O que é melhor - viver em um país repressivo, onde a intromissão é constante, ou em um país livre, mas que ignora o sofrimento dos que morrem nas ruas? Essa é a reflexão de Marjane Satrapi em sua obra. Após vivenciar a revolução islâmica aos dez anos, presenciar a guerra contra o Iraque, se auto-exilar na Áustria e quase morrer de frio em Viena, ela retorna ao Irã, confrontando suas referências afetivas e a vida adulta. Marjane encontra a cultura da morte em Teerã, com prédios destruídos e amigos mutilados ou mortos. Lidar com a culpa é um desafio, mas ela tenta se integrar, dando aulas de aeróbica, namorando, ingressando na universidade de artes e se casando. Novos amigos ajudam a encontrar maneiras de driblar a repressão. As situações variam entre o absurdo, como um modelo "nu" coberto por um chador em aula de desenho, e o trágico, como a queda de um amigo ao fugir da polícia. No final, uma nova partida, menos triste - rumo à França, onde se tornaria uma das grandes novidades dos quadrinhos.
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The Complete Persepolis, Marjane Satrapi
- Taal
- Jaar van publicatie
- 2008
- Bindwijze
- (Overige)
Betaalmethoden
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- Taal
- Engels
- Auteurs
- Marjane Satrapi
- Uitgever
- Paw Prints 2008-05-09
- Jaar van publicatie
- 2008
- Formaat
- Overige
- Aantal pagina's
- 341
- ISBN10
- 1435276256
- ISBN13
- 9781435276253
- Reeks
- Tags
- Fictie, Historisch thema, Waargebeurde verhalen, Strips & Manga, Stripverhalen, Religieuze onderwerpen, Vrouwen, Politiek, Oorlogen, School, Cadeaus voor Opa, Herinneringen, Feminisme, Volwassen worden, Engelse literatuur, Verfilmd, Oostenrijk, Jongeren, Kindertijd, Wenen, Revolutie, Iran, Marteling, Totalitaire Regimes, Politieke gevangenen, Onderdrukking, Perzië, Culturele Verschillen, Moslimvrouwen, Vrouwen in de islam, Iraanse literatuur
- Eerste editie
- 2003
- Oorspronkelijke titel
- Persepolis
- Beoordeling
- 4,25 van 5
- Aantekening
- O que é melhor - viver em um país repressivo, onde a intromissão é constante, ou em um país livre, mas que ignora o sofrimento dos que morrem nas ruas? Essa é a reflexão de Marjane Satrapi em sua obra. Após vivenciar a revolução islâmica aos dez anos, presenciar a guerra contra o Iraque, se auto-exilar na Áustria e quase morrer de frio em Viena, ela retorna ao Irã, confrontando suas referências afetivas e a vida adulta. Marjane encontra a cultura da morte em Teerã, com prédios destruídos e amigos mutilados ou mortos. Lidar com a culpa é um desafio, mas ela tenta se integrar, dando aulas de aeróbica, namorando, ingressando na universidade de artes e se casando. Novos amigos ajudam a encontrar maneiras de driblar a repressão. As situações variam entre o absurdo, como um modelo "nu" coberto por um chador em aula de desenho, e o trágico, como a queda de um amigo ao fugir da polícia. No final, uma nova partida, menos triste - rumo à França, onde se tornaria uma das grandes novidades dos quadrinhos.






