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Em 1937, Ernest Hemingway decidiu ir para Madrid, a fim de aí realizar algumas reportagens sobre a resistência do governo legítimo de Espanha ao avanço dos revoltosos fascistas. Três anos mais tarde, concluiria a elaboração do mais famoso romance sobre a guerra civil de Espanha, Por Quem os Sinos Dobram. A história de Robert Jordan, um jovem americano das Brigadas Internacionais, membro de uma unidade guerrilheira que combate algures numa zona montanhosa, é uma história de coragem e lealdade, de amor e derrota, que acabou por constituir um dos mais belos romances de guerra do século XX. «Se a função de um escritor é revelar a realidade», escreveria o editor Maxwell Perkins em carta dirigida a Hemingway após ter concluído a leitura do seu manuscrito, «nunca ninguém o fez melhor do que você.»
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Por Quem os Sinos Dobram, Ernest Hemingway
- Taal
- Jaar van publicatie
- 2011
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- (Paperback)
Betaalmethoden
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- Titel
- Por Quem os Sinos Dobram
- Taal
- Portugees
- Auteurs
- Ernest Hemingway
- Uitgever
- Livros do Brasil
- Jaar van publicatie
- 2011
- Formaat
- Paperback
- Aantal pagina's
- 498
- ISBN10
- 9897110259
- ISBN13
- 9789897110252
- Reeks
- Tags
- Fictie, Wereldliteratuur, Liefde, Klassiekers, Oorlogsproza, Dood, Strijd
- Eerste editie
- 1940
- Oorspronkelijke titel
- For Whom the Bell Tolls
- Beoordeling
- 3,85 van 5
- Aantekening
- Em 1937, Ernest Hemingway decidiu ir para Madrid, a fim de aí realizar algumas reportagens sobre a resistência do governo legítimo de Espanha ao avanço dos revoltosos fascistas. Três anos mais tarde, concluiria a elaboração do mais famoso romance sobre a guerra civil de Espanha, Por Quem os Sinos Dobram. A história de Robert Jordan, um jovem americano das Brigadas Internacionais, membro de uma unidade guerrilheira que combate algures numa zona montanhosa, é uma história de coragem e lealdade, de amor e derrota, que acabou por constituir um dos mais belos romances de guerra do século XX. «Se a função de um escritor é revelar a realidade», escreveria o editor Maxwell Perkins em carta dirigida a Hemingway após ter concluído a leitura do seu manuscrito, «nunca ninguém o fez melhor do que você.»


