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«Mozart foi um compositor fluente, ou, pelo menos, não deixou quaisquer indícios de que o processo de composição fosse para ele uma luta. Recebeu uma formação completa e sistemática desde os primeiros anos de vida e conseguiu apreender instantaneamente cada nova experiência musical. Compunha todos os dias e horas certas. Geralmente, começava por desenvolver mentalmente as ideias, numa intensa e alegre concentração, até aos mais ínfimos pormenores. Escrever as peças era, pois, simplesmente, passar ao papel de música uma estrutura que tinha já, por assim dizer, diante dos olhos; por isso conseguia rir, brincar e conversar enquanto «compunha». Há em tudo isto qualquer coisa de prodigioso, algo que é ao mesmo tempo infantil e divino, e, embora a investigação recente tenha nalguns casos revelado haver mais trabalho e mais revisão do que se pensava no processo criador de Mozart, a aura de prodígio permanece. Foi talvez essa aura que fez dele, e não de Haydn, o herói musical da primeira geração romântica.»
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História da Música Ocidental, Donald Jay Grout, Claude V. Claude Victor Palisca
- Taal
- Jaar van publicatie
- 1997
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- (Hardcover)
Betaalmethoden
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- Titel
- História da Música Ocidental
- Taal
- Portugees
- Uitgever
- Gradiva
- Jaar van publicatie
- 1997
- Formaat
- Hardcover
- Aantal pagina's
- 760
- ISBN10
- 9726623820
- ISBN13
- 9789726623823
- Reeks
- Tags
- Non-fictie, Kunst / Cultuur, Historisch thema, Studieboeken, Geschiedenis, Kunst, Muzikale thematiek, Handleidingen en Gidsen, Muziek, School
- Beoordeling
- 3,8 van 5
- Aantekening
- «Mozart foi um compositor fluente, ou, pelo menos, não deixou quaisquer indícios de que o processo de composição fosse para ele uma luta. Recebeu uma formação completa e sistemática desde os primeiros anos de vida e conseguiu apreender instantaneamente cada nova experiência musical. Compunha todos os dias e horas certas. Geralmente, começava por desenvolver mentalmente as ideias, numa intensa e alegre concentração, até aos mais ínfimos pormenores. Escrever as peças era, pois, simplesmente, passar ao papel de música uma estrutura que tinha já, por assim dizer, diante dos olhos; por isso conseguia rir, brincar e conversar enquanto «compunha». Há em tudo isto qualquer coisa de prodigioso, algo que é ao mesmo tempo infantil e divino, e, embora a investigação recente tenha nalguns casos revelado haver mais trabalho e mais revisão do que se pensava no processo criador de Mozart, a aura de prodígio permanece. Foi talvez essa aura que fez dele, e não de Haydn, o herói musical da primeira geração romântica.»


