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Anne era uma rapariguinha de uma família judaica de Francfort que se refugiou na Holanda para escapar às perseguições nazis. Invadido este país, a família esconde-se com outras pessoas num “anexo” de uma casa, onde, protegida por gente corajosa e dedicada, consegue viver largo tempo sempre no terror de ser descoberta. Acabou por sê-lo. E o diário de Anne foi encontrado por acaso num monte de papéis velhos. Anne veio a morrer no campo de concentração de Bergen-Belsen. Mas o diário que essa rapariguita escreveu é, na sua perspicácia e na sua desenvoltura adolescente, um documento, um autêntico documento humano – e, só pelo facto de existir, um protesto contra as injustiças do mundo em que vivemos.
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Colecção Dois Mundos - 33: Diário de Anne Frank, Anne Frank
- Taal
- Jaar van publicatie
- 1999
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- (Paperback)
Betaalmethoden
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- Titel
- Colecção Dois Mundos - 33: Diário de Anne Frank
- Taal
- Portugees
- Auteurs
- Anne Frank
- Uitgever
- Livros do Brasil
- Jaar van publicatie
- 1999
- Formaat
- Paperback
- Aantal pagina's
- 351
- ISBN10
- 9723803100
- ISBN13
- 9789723803105
- Reeks
- Tags
- Waargebeurde verhalen, Biographies, Autobiografie en memoires, Tweede Wereldoorlog, Verfilmd, Volwassen worden, Joden, Holocaust, Nazisme, Dagboeken, Nederland, Autobiografische romans, Vervolging, Persecutie, Authentieke Oorlogsherinneringen, Anne Frank, 1929-1945
- Oorspronkelijke titel
- Het achterhuis
- Beoordeling
- 4,25 van 5
- Aantekening
- Anne era uma rapariguinha de uma família judaica de Francfort que se refugiou na Holanda para escapar às perseguições nazis. Invadido este país, a família esconde-se com outras pessoas num “anexo” de uma casa, onde, protegida por gente corajosa e dedicada, consegue viver largo tempo sempre no terror de ser descoberta. Acabou por sê-lo. E o diário de Anne foi encontrado por acaso num monte de papéis velhos. Anne veio a morrer no campo de concentração de Bergen-Belsen. Mas o diário que essa rapariguita escreveu é, na sua perspicácia e na sua desenvoltura adolescente, um documento, um autêntico documento humano – e, só pelo facto de existir, um protesto contra as injustiças do mundo em que vivemos.



